sexta-feira, 24 de dezembro de 2010
terça-feira, 23 de novembro de 2010
sábado, 20 de novembro de 2010
Devaneio.
sábado, 6 de novembro de 2010
Calor e Frio.
O dia hoje foi agitadíssimo. Acordei cedo para aproveitar o sol, passei a tarde em uma adega de vinhos cujo os donos, um casal de homossexuais, foram muito gentis comigo. Até fizeram uma festa para minha despedida, regada a vinhos sortidos! Não tirei nenhuma foto por que nem tive tempo, apenas carreguei a bateria do notebook para escrever mais tarde (agora).
Recaptulando: passei dez dias em Erpent na casa de campo e agora sigo para algum lugar ao norte. O norte é quente, belas praias ensolaradas. A gente olha pro horizonte e vê o calor saindo do solo!
É exatamento isso que eu procuro agora: a noite está tão fria que estou me esquentando com "cooler" do notebook. Haja bateria!
Recaptulando: passei dez dias em Erpent na casa de campo e agora sigo para algum lugar ao norte. O norte é quente, belas praias ensolaradas. A gente olha pro horizonte e vê o calor saindo do solo!
É exatamento isso que eu procuro agora: a noite está tão fria que estou me esquentando com "cooler" do notebook. Haja bateria!
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
Preguiça e esquecimento.

Simplismente, às vezes, me bate uma preguiça de conversas fúteis, e como a maioria das pessoas vivem deste tipo de diálogo eu tenho... preguiça das pessoas. Eu ouço o som das suas vozes, ouço risos efusivos, assuntos desnecessários. Mas não escuto nada. Me acham até meio autista por não participar daquilo e ficar encaranto o nada com maior interesse. E ainda existem as intonações e palavras mutáveis: essas são as piores. É quando as pessoas mudam a intonação e o jeito de falar por conta das pessoas ao redor. Ou seja, elas deixam de ser elas mesmas para encarnar um personagem lúdico a fim de impressionar ou se adequar às outras pessoas ali. Deixo-as com um leve pesar no rosto mas um alívio imenso no coração, afinal não consigo não ser eu mesma.
Por falar de mim, tem algo que me incomoda: meu esquecimento. Eu simplismente esqueço das coisas, e coisas importantes! Por que se fossem coisas simples como deixar de verificar o email, ou deixar dinheiro no bolso da calça ou até mesmo esquecer de sacar destes no banco (quando se viaja como eu isso é muito importante! Agora não mais esqueço, é só um exemplo mesmo) e etc. Eu esqueço datas de viagem, dias da semana, programações e horários que eu dependo. É péssimo. Acho que eu tenho que prestar mais atenção nas coisas, e memorizar aquilo. Acho não, tenho certeza. Uma hora dessas eu esqueço a cabeça (ou pior, minha câmera fotográfica)!
Foto: Casa de campo Erpent.
PS: era uma piscina.
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
Novos conceitos.

Depois de viajar bastantes e enfrentar condições nada boas (de tempo, espaço, clima, companhias...), descanso à sombra de uma árvore só esperando a próxima oportunidade para botar em prática as experiências que ganhei, convivendo com as piores pessoas possíveis. Como conseguem ser tão toscas e rudes? Eu na minha ingenuidade achava que era de momento, mas não. O oportunismo e a falta de senso vem sem hora marcada. A todo momento surgem com alguma chance de parasitismo. Mas fazer o que, né? Isso só a vida vai ensinar, pra mim e para o resto...
É como uma cachoeira: a água que cái nunca é a mesma. Espere a próxima chuva para você ver...
domingo, 19 de setembro de 2010
Como escrever.

Queria escrever com mais recanto e adornos. Queria usar palavras mais difíceis para que quando alguém lesse não iria entender muita coisa mas ainda assim diria "que texto magnífico!". Mas eu não quero, nem consigo pensar difícil. O que me importa e colocar tudo para fora, tirar do meu peito todos aqueles sentimentos que doem de ficar acumulados. Anyway, sou só alguém que escreve secretamente, metaforicamente e de algum lugar abandonado do mundo.
foto: Gary, Indiana, ghost town.
O passado.

O passado sempre vem me atormentar, uma hora ou outra. Quando eu finalmente fico em paz ele retorna, carregado de sentimento e pessoas que eu desgosto. É algo que eu não posso apagar. Ningém pode, aliás. Mas podemos esquece-lo, evitá-lo, tirar das nossas vidas tudo que nos faça lembrá-lo, afinal, o que está feito está feito! Inevitável essas pessoas surgirem e o sentimento, de aceitação, coexistir. Eu, simples e sensível, nunca consiguirei passar uma borracha no que foi escrito. Como ser humano cheio de sentimento meu dever é apenas concordar e aceitar "eu não fui a primeira, mas hoje sou a que sempre quiseram". É fato, é a vida. O mundo gira e agora tenho que afirmar para mim mesma "agora é minha vez! A sua já foi!".
Na minha jornada passei por tempo difíceis de aceitação, recentemente. É difícil olhar nos olhos e ver uma terra já marcada e desgastada pelo clima, pela plantação anterior e pelo adubo inexistente. Agora é minha vez de adubar essa terra, e fazer crescer os trigos mais dourados que matarão nossa fome de amar, e se doar, e sobreviver...
Sobreviveremos, meu amor; sobreviveremos, amado eu.
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
terça-feira, 24 de agosto de 2010
The Dark Side of the Moon.
Tenho tanto medo. Medo de chorar vendo a lua cheia; medo de chorar ao ouvir Pink Floyd; medo até quando eu for operar um porco e lá no fundo vier o pensamento "e se eles tivessem asas e pudessem sair voando daqui?"
É ser muito masoquista pensar em algo que pode nem vir a acontecer (amém!) e se, daqui muito tempo... Acho que eu sempre passarei por fases assim: dúvidas, incertezas, medos, euforias, preocupações, baixa auto-estima, desesperança, fé. Fé é a palavra certa pra descrever o que eu coloco na gente. Mas não se assuste, por favor. É mania minha.
Eu não em lembrava de como é amar tanto assim...
É ser muito masoquista pensar em algo que pode nem vir a acontecer (amém!) e se, daqui muito tempo... Acho que eu sempre passarei por fases assim: dúvidas, incertezas, medos, euforias, preocupações, baixa auto-estima, desesperança, fé. Fé é a palavra certa pra descrever o que eu coloco na gente. Mas não se assuste, por favor. É mania minha.
Eu não em lembrava de como é amar tanto assim...
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
I dreamed a dream.
Talk.

Oh brother I can't, I can't get through
I've been trying hard to reach you
'Cause I don't know what to do
Oh brother I can't believe it's true
I'm so scared about the future
And I wanna talk to you
Oh I wanna talk to you
You could take a picture of something you see
In the future where will I be?
You could climb a ladder up to the sun
Or write a song nobody had sung or do
Something that's never been done
Are you lost or incomplete?
Do you feel like a puzzle,
You can't find your missing piece?
Tell me how do you feel
Well I feel like they're talking
In a language I don't speak
And they're talking it to me
So you take a picture of something you see
In the future where will I be?
You could climb a ladder up to the sun
Or write a song nobody had sung or do
Something that's never been done, do
Something that's never been done
So you don't know where you're going
And you wanna talk
And you feel like you're going
Where you've been before
You'll tell anyone who'll listen
But you feel ignored
And nothing's really making any sense at all,
Let's talk
Let's talk, let's talk, let's talk
terça-feira, 17 de agosto de 2010
sábado, 14 de agosto de 2010
A verdade.
A verdade é que eu tenho medo. Medo de não ser o suficiente, de não ser espontânea, de não ser decidida e o pior...ser desinteressante. Eu sei disso, e quando eu finalmente esqueço, o tempo todo eu sou lembrada. É inevitável.
Mas é isso mesmo. Comparações são inevitáveis, e nesse quesito (e em todos) eu não vou sair perdendo!
Mas é isso mesmo. Comparações são inevitáveis, e nesse quesito (e em todos) eu não vou sair perdendo!
sexta-feira, 6 de agosto de 2010
As pequenas coisas da vida.

Nessa minha andança sem fim, a cada dia mais eu percebo que as pequenas coisas da vida que nos faz realmente feliz. E não pensem que isso é um discurso socialista de quem nunca teve nada, porque eu já tive tudo. E cá estou. Depois de muito sofrer por conta do que tive (e do que achei que teria até hoje) deixei para trás metade dos meus sonhos.
É isso que acontece na nossa infância (pelo menos na minha). Eu sonhava e sonhava e sonhava e ainda acreditava que se eu sonhasse ainda mais, tudinho daquilo se realizaria. Francamente tudo que eu quis se realizou, as mais importantes.
O pensamento foi interrompido por uma dessas coisas que eu mais valorizo na vida. Não vai ficar um texto incompleto, afinal quem acabou de chegar me completa, e muito.
Foto: Castelo de Mesen, Lede
terça-feira, 3 de agosto de 2010
O sol.
Tão lindo, tão brilhante, tão calmo e paciente...
Mais um dia se vai. Daqui mais alguns pôr-do-sol as obrigações começam, não para mim, e sim para todas essas pessoas. Eu continuo a viajar, por entre destroços e entulhos, coisas esquecidas que ninguém quer mais, só eu. A brisa marítima vem conferir o meu sorriso. O sol adentra no mar, lentamente, depois de um dia quente e prazeroso ao lado de pessoas que à primeira impressão me querem muito bem.
É melhor eu me adiantar. Provavelmente chegarei ao castelo e o sol já terá me deixado, mas eu não importo. É lua cheia.
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
quinta-feira, 24 de junho de 2010
I think.
Bloom is a guy. She used to be a man. Now I know she's a homo... But she's still my best friend.
Wolf, I loved you. Really. I don't know where you are now, but I think you are as you were born to be... free, in somewhere. However, Wolf can arise at any time. Anyway, don't worry about me. I found Kurt. He loves me, and I love him...
Kurt, I finally found him. Thank God! I prayed every night... Now, he is where always must to be, by my side.
This tale never ends.
Wolf, I loved you. Really. I don't know where you are now, but I think you are as you were born to be... free, in somewhere. However, Wolf can arise at any time. Anyway, don't worry about me. I found Kurt. He loves me, and I love him...
Kurt, I finally found him. Thank God! I prayed every night... Now, he is where always must to be, by my side.
This tale never ends.
quinta-feira, 20 de maio de 2010
Todos os dias agora.
quarta-feira, 19 de maio de 2010
Eu vejo você.

Minhas condições são as melhores, até agora. A viagem foi cansativa e cheias de pequenas preocupações, mas ocorreu tudo bem, já que o que importa não é a chegada, e sim, como chegar. "Tudo tem seu tempo, tudo acontece na hora certa...". Almocei em uma taberna na vila aqui perto, e agora estou a procura de castelos. As pessoas daqui são bem amistosas embora eu prefira aquelas com um olhar cansado e um passado duvidoso.
Me indicaram a direção e a trilha que devo pegar. Não parece ser muito longe, e mesmo se fosse a vista é linda: o vento sopra de uma maneira que penteia meus cabelos, o perfume das flores vem como uma nuvem me envolver, e os pássaros... ah, os pássaros cantam e voam em uma harmonia digna de ballerina. Eles pousam juntos em uma cerca de madeira e arame, como que para combinar o próximo passo e a próxima melodia...
Nessa minha caminhada é tudo lindo; é verde da grama como a esperança, e azul do céu como da segurança e saúde. O sol brilha quente e forte como que dizendo: "Você vai ser feliz!" e meu coração radia mais! Não cabe mais tanta felicidade, que toma lugar do medo, enfim!
O barulho dos meus sapatos sobre a terra e pequenas pedras da trilha cessam. Finalmente eu avisto o que eu procurava (na verdade, o que eu procurava era tudo aquilo!). Meu sonho de criança bem à minha frente...
E finalmente eu vejo você...
terça-feira, 18 de maio de 2010
Serenidade.

Minha viagem andou meio conturbada, tenho que informar-lhes. Passei por tempestades fortes, noites geladas e dias tão quentes que fazia os pensamentos se misturarem e deixar a gente confuso. Foram meses de tormenta. Mas agora a calmaria chegou, como um rio descendo as montanhas, calmo e sereno.
Numa floresta cheia de sons e mistérios um lobo uiva. A minha paixão se acende e eu começo e viver todos aqueles antigos sonhos - primeiros sonhos. Ele tem tudo o que eu sempre quis para mim; sou eu em forma e gênero oposto. Ele veio das terras mais longínquas, de bosques mais bonitos e de montanhas mais altas para me mostrar como a vida é feita de sonhos, e que depois da tempestade vem a serenidade.
sexta-feira, 2 de abril de 2010
Boemia.

É, parece que está cada vez mais difícil relatar minhas aventuras aqui. A dificuldade está em encontrar um porto seguro, um sentimento único e certeiro para que meu texto seja coerente e eu não me arrependa de tê-lo aqui. Bom, por falar em sentimentos... cada vez mais percebo que a vida é uma adaga com dois lados cortantes e afiados: quando não corta pra felicidade e paz, corta para conflitos e mudanças difíceis. O amor é algo mais difícil de se comparar, mas pode-se dizer que é como um precipício de onde se vê campo verdes, um pôr-do-sol apaixonante, um rio límpido de que quer se beber da água, pássaros, flores, árvores altas e frondosas... mas não deixa de ser um precipício. Você quer se jogar naquilo tudo, naquele verde e rosa do céu que se misturam, naquela explosão de cores de alegria., tudo perfumado com paixão e romance. Você enfim se joga, e sentindo o vento no rosto admira a beleza daquilo tudo, para só depois perceber que está caindo e que quando chegar ao fim seu destino é a morte. Dramático, não? Mas é assim que vejo.
E ainda vejo mais, além. Se está sob efeito de alcóol tudo piora... nem preciso dizer porquê. Você acredita que pode fazer o que na verdade não pode, e às vezes até faz. Sinto em dizer...
Para por fim nessa ladainha quero tentar descrever este lugar. Bom, cheguei aqui sob efeito do alcóol, as garrafas da foto não são minhas e aqui está bastante empoeirado, o que me fez espirrar a noite toda. A noite foi boa, apesar de eu me lembrar de pouca coisa... Amigos me ajudaram, eu acho. Hoje ainda partirei para um lugar mais tranqüilo e longe de garrafas de absinto, um lugar talvez como o que descrevi ali em cima. Só que eu não me jogarei do precipício, apenas apreciarei...
foto: Varosha, Chipre
sábado, 13 de março de 2010
A volta.

Isso significa várias coisas... Bom, primeiro um resumo de tudo. As (óbvias) condições precárias de habitação me impediram de escrever e relatar tudo aqui.
Meus sentimentos estão a flor da pele, ao passo que muita coisa mudou inclusive minha rota de viagem.
Estou aprendendo francês. Um grupo de canadenses de Quebec me acompanharam durante um bom tempo, e me apaixonei pela língua. Nesse momento habito um lugar que já habitei, coisa que raramente acontece. Esse lugar está carregado, não só com as lembranças de quem viveu aqui como as minhas. Esse lugar é especial.
Escutem, um lobo acabou de uivar há alguns metros daqui. A lenha na lareira estala e queima devagar, meu coração também. O fogo o consome pouco a pouco, lentamente... e ele estala, chamando seu nome.
Está frio essa noite e o céu mais estrelado do que nunca. Acho que partirei amanhã, ou não...
foto: Bodie State park, California, Estados Unidos.
domingo, 21 de fevereiro de 2010
Fazendo a coisa certa.

Nesse grande espetáculo que é a vida, temos que fazer a coisa certa, sempre. Corações nunca devem ser feridos por outras pessoas. Ter o coração de alguém, por mais distante que este seja, em suas mãos é uma responsabilidade enorme. Se não está disposto a enfrentar isso e cair na boemia, esqueça. Hoje foi um dia de muitas andanças. Em cada parada um novo amigo para conversar e contar dos problemas da vida. E a conclusão que eu levo e trago pra sempre é fazer a coisa certa, sempre. E meus caros amigos, as aparências enganam... e muito.
foto: teatro abandonado em algum lugar.
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010
Desejo.
É apenas desejo! Só desejo. Por um momento olhares se cruzam e a vontade de se unirem queima em seus corações. A chama não cessa ao cair da noite, aumenta. Tão longe e ao mesmo tempo tão perto. Minha aventura e minha desventura. Paixão, vontade que vem, mas as correntes do bom senso são difíceis de quebrar. Ainda tocarei você, seus lábios, seus cabelos. O que me resta é repousar. Próximo de uma cidade, um vilarejo abandonado no alto de um morro de onde é possível se ouvir a música dos foliões da madrugada. E ela é mais ou menos assim...
"Andando sozinho esta noite
Porque eu tenho apenas espaço para dois
Eu e meu coração negro sobrecarregado
Isso é tudo que nós sabemos fazer
Ainda procuro por uma explosão maior
que aquela que costumo ver
Farto de toda essa inercia
Oh! você não pode me curar?
[...]
Você é uma montanha, que eu gostaria de escalar
Não para conquistar, mas para compartilhar a visão
Você é uma fogueira e eu sou recolhido ao seu curso
Definindo este velho coração negro inercia em chamas"
sem fotos, está escuro demais.
"Andando sozinho esta noite
Porque eu tenho apenas espaço para dois
Eu e meu coração negro sobrecarregado
Isso é tudo que nós sabemos fazer
Ainda procuro por uma explosão maior
que aquela que costumo ver
Farto de toda essa inercia
Oh! você não pode me curar?
[...]
Você é uma montanha, que eu gostaria de escalar
Não para conquistar, mas para compartilhar a visão
Você é uma fogueira e eu sou recolhido ao seu curso
Definindo este velho coração negro inercia em chamas"
sem fotos, está escuro demais.
segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010
O sonho.
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Em minha jornada por esse mundo inóspito nada me deixa mais feliz do que sonhar. Qualquer coisa vale, até mesmo pesadelos com gatos e fantasmas. É sério, eu gosto. Eu gosto por que posso viver outra realidade, possível ou difícil de acontecer (já que nada é impossível, para mim).
Recentemente eu sonhei com um antigo amigo. Ele me convidava para ir a sua casa. Deitamos juntos, debaixo de cobertas, na intenção de ver algo na televisão quando ele me deu um beijo. Aquilo me fez pensar tanto no meu passado e como eu poderia ter mudado meu futuro. Eu podia ter ficado com ele, e vivido outra vida. Ou apenas ter passado com ele curto tempo e aprendido mais com isso. Eu gostava dele, em partes não muito grandes para chamar de 'amor', mas gostava...
Até outra vida, meu amigo paranóico.
Recentemente eu sonhei com um antigo amigo. Ele me convidava para ir a sua casa. Deitamos juntos, debaixo de cobertas, na intenção de ver algo na televisão quando ele me deu um beijo. Aquilo me fez pensar tanto no meu passado e como eu poderia ter mudado meu futuro. Eu podia ter ficado com ele, e vivido outra vida. Ou apenas ter passado com ele curto tempo e aprendido mais com isso. Eu gostava dele, em partes não muito grandes para chamar de 'amor', mas gostava...
Até outra vida, meu amigo paranóico.
foto: Betonka
terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
A solidão.
A solidão não é algo tão péssimo quando se leva em consideração os problemas que pessoas podem vir a trazer. Se você começa a gostar de alguém, e esse alguém não corresponde as suas expectativas vem a frustração. Logo se se vive sozinho, evita-se esse tipo de situação. Nesse exato momento da minha jornada não há sequer um sopro de vento para quem eu diga minhas desventuras e principalmente, minhas conquistas. Render-me-ei a objetos inanimados por conta da minha vontade de falar? Não sei, pois esse tipo objeto pode criar fala, visão, tato e pensamentos e sentimentos. Tudo vem de uma vez só, como bombas atômicas.
domingo, 7 de fevereiro de 2010
O segundo post.
O primeiro post.
Writing from anywhere ativo! Nunca pensei nessa possibilidade, afinal as condições em que escrevo são sempre inesperadas. Como eu, um eterno viajante, poderia saber onde e quando cairá sobre mim o manto da criatividade? Mas agora não é uma questão de ser criativo, é uma questão de necessidade. Sozinha eu sigo sempre em frente, um ou outro sabendo do meu passado e emoções. Hoje foi um dia cansativo. Sacudi a poeira (sempre presente aonde estou), mudei coisas de lugar e tornei o ambiente o mais familiar possível (nem tão familiar, para que flahbacks não venham me atormentar). Estou bem, é isso.
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