quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Preguiça e esquecimento.



Simplismente, às vezes, me bate uma preguiça de conversas fúteis, e como a maioria das pessoas vivem deste tipo de diálogo eu tenho... preguiça das pessoas. Eu ouço o som das suas vozes, ouço risos efusivos, assuntos desnecessários. Mas não escuto nada. Me acham até meio autista por não participar daquilo e ficar encaranto o nada com maior interesse. E ainda existem as intonações e palavras mutáveis: essas são as piores. É quando as pessoas mudam a intonação e o jeito de falar por conta das pessoas ao redor. Ou seja, elas deixam de ser elas mesmas para encarnar um personagem lúdico a fim de impressionar ou se adequar às outras pessoas ali. Deixo-as com um leve pesar no rosto mas um alívio imenso no coração, afinal não consigo não ser eu mesma.
Por falar de mim, tem algo que me incomoda: meu esquecimento. Eu simplismente esqueço das coisas, e coisas importantes! Por que se fossem coisas simples como deixar de verificar o email, ou deixar dinheiro no bolso da calça ou até mesmo esquecer de sacar destes no banco (quando se viaja como eu isso é muito importante! Agora não mais esqueço, é só um exemplo mesmo) e etc. Eu esqueço datas de viagem, dias da semana, programações e horários que eu dependo. É péssimo. Acho que eu tenho que prestar mais atenção nas coisas, e memorizar aquilo. Acho não, tenho certeza. Uma hora dessas eu esqueço a cabeça (ou pior, minha câmera fotográfica)!





Foto: Casa de campo Erpent.
PS: era uma piscina.

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Novos conceitos.


Depois de viajar bastantes e enfrentar condições nada boas (de tempo, espaço, clima, companhias...), descanso à sombra de uma árvore só esperando a próxima oportunidade para botar em prática as experiências que ganhei, convivendo com as piores pessoas possíveis. Como conseguem ser tão toscas e rudes? Eu na minha ingenuidade achava que era de momento, mas não. O oportunismo e a falta de senso vem sem hora marcada. A todo momento surgem com alguma chance de parasitismo. Mas fazer o que, né? Isso só a vida vai ensinar, pra mim e para o resto...


É como uma cachoeira: a água que cái nunca é a mesma. Espere a próxima chuva para você ver...