domingo, 21 de fevereiro de 2010

Fazendo a coisa certa.


Nesse grande espetáculo que é a vida, temos que fazer a coisa certa, sempre. Corações nunca devem ser feridos por outras pessoas. Ter o coração de alguém, por mais distante que este seja, em suas mãos é uma responsabilidade enorme. Se não está disposto a enfrentar isso e cair na boemia, esqueça. Hoje foi um dia de muitas andanças. Em cada parada um novo amigo para conversar e contar dos problemas da vida. E a conclusão que eu levo e trago pra sempre é fazer a coisa certa, sempre. E meus caros amigos, as aparências enganam... e muito.

foto: teatro abandonado em algum lugar.

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Desejo.

É apenas desejo! Só desejo. Por um momento olhares se cruzam e a vontade de se unirem queima em seus corações. A chama não cessa ao cair da noite, aumenta. Tão longe e ao mesmo tempo tão perto. Minha aventura e minha desventura. Paixão, vontade que vem, mas as correntes do bom senso são difíceis de quebrar. Ainda tocarei você, seus lábios, seus cabelos. O que me resta é repousar. Próximo de uma cidade, um vilarejo abandonado no alto de um morro de onde é possível se ouvir a música dos foliões da madrugada. E ela é mais ou menos assim...


"Andando sozinho esta noite
Porque eu tenho apenas espaço para dois
Eu e meu coração negro sobrecarregado
Isso é tudo que nós sabemos fazer
Ainda procuro por uma explosão maior
que aquela que costumo ver
Farto de toda essa inercia
Oh! você não pode me curar?
[...]
Você é uma montanha, que eu gostaria de escalar
Não para conquistar, mas para compartilhar a visão
Você é uma fogueira e eu sou recolhido ao seu curso
Definindo este velho coração negro inercia em chamas"


sem fotos, está escuro demais.

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

O sonho.


Em minha jornada por esse mundo inóspito nada me deixa mais feliz do que sonhar. Qualquer coisa vale, até mesmo pesadelos com gatos e fantasmas. É sério, eu gosto. Eu gosto por que posso viver outra realidade, possível ou difícil de acontecer (já que nada é impossível, para mim).
Recentemente eu sonhei com um antigo amigo. Ele me convidava para ir a sua casa. Deitamos juntos, debaixo de cobertas, na intenção de ver algo na televisão quando ele me deu um beijo. Aquilo me fez pensar tanto no meu passado e como eu poderia ter mudado meu futuro. Eu podia ter ficado com ele, e vivido outra vida. Ou apenas ter passado com ele curto tempo e aprendido mais com isso. Eu gostava dele, em partes não muito grandes para chamar de 'amor', mas gostava...

Até outra vida, meu amigo paranóico.
foto: Betonka

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

A solidão.

A solidão não é algo tão péssimo quando se leva em consideração os problemas que pessoas podem vir a trazer. Se você começa a gostar de alguém, e esse alguém não corresponde as suas expectativas vem a frustração. Logo se se vive sozinho, evita-se esse tipo de situação. Nesse exato momento da minha jornada não há sequer um sopro de vento para quem eu diga minhas desventuras e principalmente, minhas conquistas. Render-me-ei a objetos inanimados por conta da minha vontade de falar? Não sei, pois esse tipo objeto pode criar fala, visão, tato e pensamentos e sentimentos. Tudo vem de uma vez só, como bombas atômicas.

domingo, 7 de fevereiro de 2010

O segundo post.

Um mundo onde ninguém mais quer viver, por que está abandonado, não quer dizer um mundo ruim. Para mim é um ambiente perfeito, sem preocupações, sem caos, sem pessoas! Só lembraças (más ou boas) que deixam estes lugares misteriosos e lindos! É onde eu moro, é o meu mundo.


foto:Gunkanjima

O primeiro post.

Writing from anywhere ativo! Nunca pensei nessa possibilidade, afinal as condições em que escrevo são sempre inesperadas. Como eu, um eterno viajante, poderia saber onde e quando cairá sobre mim o manto da criatividade? Mas agora não é uma questão de ser criativo, é uma questão de necessidade. Sozinha eu sigo sempre em frente, um ou outro sabendo do meu passado e emoções. Hoje foi um dia cansativo. Sacudi a poeira (sempre presente aonde estou), mudei coisas de lugar e tornei o ambiente o mais familiar possível (nem tão familiar, para que flahbacks não venham me atormentar). Estou bem, é isso.